Peru 2017 P8: Cusco e Machu Picchu
D12: 23/10/017
Cusco e Machu Picchu eram o destino principal da nossa viagem, então programamos dois dias de turismo sem mexer nas motos.
Capital do antigo império Inca e uma das cidades mais visitadas do mundo, Cusco tem preços exorbitantes. Tudo é caro.
Passeamos a pé pela cidade. Pela manhã, visitamos a praça principal, a catedral e o comércio ao redor da praça. Na hora do almoço subimos algumas quadras até o Mercado Central, onde fizemos um lanche e aprendemos muito sobre a variedade de produtos agrícolas da região.
Não assistimos a peça inspirada em mim e na Neide porque conhecemos bem a história. Não tem graça.
Depois do almoço, voltamos ao hotel e tomamos uma VAN para visitar diversos sítios arqueológicos nos arredores de Cusco. Os Tour guiados sempre enriquecem o passeio pelas explicações e curiosidades apresentadas pelos guias. Eles explicam as técnicas usadas pelos antigos para polir as pedras e como eles encaixavam e transportavam as pedras por grandes distâncias. Impressionante
Foi um dia bem agradável. O único contratempo foi que o cartão de memória da minha câmera ficou cheio e TRAVOU. Perdi umas 200 fotos daquele dia. Pena... agora temos que voltar!
D13:24/10/2017
Começamos às 0400h da manhã numa Van de Cusco a Ollantaytambo, viajando 80km por estradas asfaltadas. A noite estava bem fria e saímos com bastante agasalho. O hotel nos forneceu uma caixa de lanche para o desjejum no caminho. Levamos bastante agasalho, água, repelente para insetos, protetor solar e a papelada dos vouchers e passagens para Van, trem, ônibus, parque, etc.
O trem de Ollantaytambo até Águas Calientes, ou Machu Picchu Pueblo, parte às 0600h da manhã. Ficamos impressionados com a sofisticação do trem, que nada perde ao que vimos na Europa. Achamos o ticket do trem muito caro, mas depois de embarcados veio a sensação maravilhosa que valeu a pena!
As visitas em Machu Picchu são divididas em turmas a cada 3 horas para que limitar o número de pessoas no monumento e proporcionar a melhor experiência possível aos visitantes. Nós fizemos o programa padrão, então fomos sorteados para subir o morro às 13h e descer às 16h. Como havíamos chegado em Águas Calientes às 0800h, tivemos bastante tempo para visitar a cidade e aprender um pouco sobre o local.
Observações para planejamento de viagens futuras.
Decidimos nos hospedar em Cusco, e foi uma boa opção. Em próximas viagens, posso planejar hospedagem em Ollantaytambo, barateando o pacote de turismo como um todo. A ser investigado.
Se eu quiser um pouco mais de aventura, vou de moto até a Hidrelétrica. O acesso é complicado e os peruanos não incentivam que as pessoas escolham este caminho. Claro, um dos maiores lucros da região vem do trem. O Google Maps não plota nenhuma rota de Cusco a Águas Calientes. Saindo de Cusco, seguimos 180km pela Ruta 288 até Huayopata, e daí mais 22km de rípio até Santa Teresa, e 10km de rípio beirando precipícios até a Hidrelétrica Machu Picchu. De lá são 14km de caminhada subindo até Águas Calientes. Esta trilha acompanha o trilho do trem até um pedaço e depois a trilha continua no meio do mato. O lugar é cheio de pernilongos, então o repelente é fundamental. Muita gente escolhe este caminho de aventura e economiza bastante.
Confirmamos que o nome da cidade vem das fontes de água quente existente no local, que inclusive tem opções de pousada com piscina e banheira de água quente para os hóspedes. Os preços neste lugar são muito caros, mais caro que Cusco. Almoçamos e depois nos encaminhamos para a fila do micro ônibus que faria a última perna da viagem, até a portaria do parque.
A subida do micro ônibus até o parque é bem curta, menos de 7km. Tem gente que sobe a pé. Mas a viagem de ônibus pela pista estreita cheia de hairpins é com muita emoção. Os motoristas fazem este trajeto diversas vezes ao dia, e da maneira mais louca possível. A cada momento parece que vamos bater em outro ônibus ou cair nos precipícios. Vale a pena conferir este trecho no Google Maps.
Chegando à portaria do parque, conhecemos o nosso guia e aguardamos nossa vez de entrar. Em meados de Outubro já é arriscado pegar chuva no local, e de Novembro em diante é certeza. Os meses de Julho a Setembro são os melhores, mas também os mais lotados, mais quentes e com maior número de insetos. Vale a pena pensar um pouco para definir a data da visita. E vale a pena comprar todos os tickets com antecedência para Internet, para não ter surpresas indesejadas.
Se você quiser fazer as trilhas de hiking para subir até a Rocha Sagrada ou percorrer o caminho Inca, esta reserva é fundamental porque o número de vagas é limitado e só há um horário por dia.
Fizemos a visita padrão ao monumento, e foi fantástico. O lugar é lindo e mágico mesmo!
Depois da visita, voltamos a Águas Calientes para passear mais um pouco enquanto aguardávamos o trem de volta a Ollantaytambo. Havia um grupo de músicos na estação tocando a flauta tradicional inca e fazendo exibição de coreografias que nos distraiu até a hora de embarcar.
Era tarde da noite quando chegamos no hotel. Fomos dormir cedo porque no dia seguinte pegaríamos estrada.















































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